Política Hoje
Desinformação eleitoral no 2º turno: o que checar
Desinformação eleitoral no 2º turno: o que checar
Boatos, vídeos manipulados por IA e as regras eleitorais aplicáveis no segundo turno de 2026, com um checklist para o eleitor antes de compartilhar.
Boatos, vídeos manipulados por IA e as regras eleitorais aplicáveis no segundo turno de 2026, com um checklist para o eleitor antes de compartilhar.

A desinformação eleitoral ganhou força no segundo turno de 2026, segundo o texto de opinião que embasa este artigo. O autor sustenta que boatos e vídeos manipulados passaram a ocupar o centro da disputa, no lugar do debate sobre propostas. Abaixo, os principais pontos levantados e o que verificar antes de compartilhar.
Desinformação eleitoral e os boatos da campanha
A disputa presidencial entra na reta final com Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) como candidatos. Para o autor, a rejeição a Lula não seria revertida apenas por meios tradicionais, o que teria levado a campanha adversária a apostar em estratégias mais agressivas. Essa leitura é uma opinião, não um fato apurado.
O texto menciona a votação marcada para 25 de outubro como data decisiva para o eleitor.
Boatos sobre o feriado e os serviços públicos
Um dos casos citados envolve o feriado de Nossa Senhora Aparecida. Segundo o texto, circulou a afirmação de que Flávio Bolsonaro articularia o fim do feriado e a retirada do título da Padroeira do Brasil, informação que foi desmentida na Justiça.
O mesmo texto aponta a ação no Supremo Tribunal Federal (ADPF 775), apresentada em 2020, que pediu a extinção do feriado. De acordo com a leitura do autor, o pedido foi assinado por advogado ligado ao PT, e não por integrantes da direita. Ainda segundo o texto, o governo de Jair Bolsonaro se manifestou na Corte em defesa da legalidade do feriado.
Outras publicações afirmariam, sem base, que um eventual governo de Flávio Bolsonaro privatizaria o SUS, encerraria o Bolsa Família e extinguiria o Farmácia Popular. Segundo o texto, a equipe do candidato tem desmentido esses boatos e reafirmado a continuidade dos programas.
Deepfake e a legislação eleitoral
Deepfake é a técnica que usa inteligência artificial para clonar vozes e rostos. Segundo o texto, um vídeo que atribui a Flávio Bolsonaro a frase “o trabalhador vai ter que decidir entre menos direitos e emprego” foi apontado por agências de checagem como material fabricado a partir de falas picotadas e alteradas por IA.
A legislação prevê consequências. O artigo 9º-C, § 1º, da Resolução TSE nº 23.610/2019 proíbe o uso de deepfake na propaganda eleitoral para prejudicar candidaturas. Já o artigo 323 do Código Eleitoral prevê detenção e multa, entre R$ 5 mil e R$ 30 mil, para quem cria e também para quem divulga conteúdo falso capaz de influenciar o eleitor.
O autor defende que os responsáveis sejam acionados na Justiça Eleitoral, com remoção imediata dos conteúdos e encaminhamento das evidências ao Ministério Público Eleitoral.
Como checar um conteúdo antes de compartilhar
Antes de repassar qualquer mensagem sobre candidatos, vale seguir alguns passos simples:
- Verifique a origem do conteúdo e a data de publicação.
- Procure a checagem de agências independentes sobre o mesmo material.
- Desconfie de vídeos com cortes de fala sem o contexto completo.
- Confira se a informação aparece em mais de um veículo confiável.
- Lembre que compartilhar conteúdo falso pode gerar responsabilização, conforme a lei.
Na avaliação do autor, a liberdade de expressão deve ser protegida, mas a manipulação fraudulenta não se confunde com opinião. Essa distinção separa o debate legítimo do ataque à democracia.
Perguntas frequentes
O que é deepfake?
Deepfake é um conteúdo produzido com inteligência artificial que imita a voz ou o rosto de uma pessoa. Ele pode fazer parecer que alguém disse algo que nunca disse. Por isso, exige checagem antes de qualquer compartilhamento.
Compartilhar um vídeo falso pode gerar punição?
Segundo o texto, o artigo 323 do Código Eleitoral prevê responsabilização também para quem divulga conteúdo falso capaz de influenciar a vontade do eleitor. A regra vale além de quem criou o material. Verificar a origem antes de repassar é a forma mais segura de evitar problemas.
Como saber se um boato eleitoral é verdadeiro?
Procure a checagem de agências independentes e compare a informação com veículos diferentes. Desconfie de mensagens sem fonte clara ou com cortes de fala sem contexto. Se houver dúvida, não repasse.
Para onde levar uma denúncia de conteúdo falso na eleição?
O texto recomenda acionar a Justiça Eleitoral para pedir a remoção do conteúdo e o encaminhamento de evidências ao Ministério Público Eleitoral. A medida busca proteger o processo eleitoral. Registrar provas, como links e capturas de tela, facilita essa ação.
Antes de compartilhar, confira a fonte, procure a checagem e lembre-se: a decisão final cabe ao eleitor nas urnas, no dia 25 de outubro. Acompanhe a cobertura com atenção e leia com senso crítico.
Fonte: pleno.news
Foto: IA\\Chat GPT (reprodução)
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir da reportagem original indicada em Fonte.









