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Tributos federais da gasolina zerados: o que muda
Tributos federais da gasolina zerados: o que muda
O governo zerou tributos federais da gasolina por 30 dias e ampliou subsídios ao etanol e ao diesel importado. Veja os valores, o custo fiscal e o possível efeito na disputa.
O governo zerou tributos federais da gasolina por 30 dias e ampliou subsídios ao etanol e ao diesel importado. Veja os valores, o custo fiscal e o possível efeito na disputa.

O governo federal anunciou, em 9 de outubro de 2026, a desoneração integral dos tributos federais da gasolina, com duração de 30 dias. A medida zera PIS/Cofins e Cide-Combustíveis e foi tomada a pouco mais de duas semanas do 2º turno das eleições, marcado para 25 de outubro.
O que muda nos tributos federais da gasolina
Segundo o texto de origem, a desoneração da gasolina sobe de R$ 0,63 para R$ 0,89 por litro. Com isso, a cobrança de PIS/Cofins e da Cide-Combustíveis, que é a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre combustíveis, fica zerada no período.
O governo também manterá a desoneração de R$ 0,19 por litro do etanol hidratado e elevará a subvenção ao etanol de R$ 0,25 para R$ 0,43 por litro. Subvenção é um pagamento feito pelo Tesouro para reduzir o preço ao consumidor, sem alterar a alíquota do imposto.
- Gasolina: desoneração de R$ 0,63 para R$ 0,89 por litro
- Etanol hidratado: desoneração mantida em R$ 0,19 por litro
- Subvenção ao etanol: de R$ 0,25 para R$ 0,43 por litro
- Diesel importado: nova subvenção de R$ 1,40 por litro
Quanto custa a medida para as contas públicas
De acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento, Moretti, as medidas para gasolina e etanol terão custo de R$ 3,6 bilhões em 30 dias. A nova subvenção de R$ 1,40 por litro ao diesel importado deve custar aproximadamente R$ 1,6 bilhão no período.
O impacto total previsto é de R$ 5,2 bilhões. Esse valor é relevante porque recursos públicos usados para reduzir preços pressionam o orçamento e exigem explicação clara sobre a fonte de compensação.
Moretti afirmou que o governo usará receitas extraordinárias do petróleo para compensar os gastos, sem flexibilizar as metas fiscais. Metas fiscais são os limites que o governo se compromete a respeitar entre receitas e despesas. A promessa, portanto, depende de essas receitas se confirmarem ao longo dos 30 dias.
Subsídio ao diesel importado e abastecimento
Para Moretti, a subvenção adicional ao diesel busca estimular as importações e preservar o abastecimento nacional. Em outras palavras, o benefício tenta tornar o produto importado mais competitivo para evitar falta no mercado interno.
Na leitura de uma visão liberal, subsídios desse tipo exigem cautela. Quando o Estado escolhe quais agentes recebem benefício, cria distorções de mercado e transfere ao contribuinte o custo de uma decisão temporária. Esta é uma análise editorial, não um fato apurado.
Possível efeito na disputa do segundo turno
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que as medidas procuram reduzir os efeitos da guerra sobre os preços dos combustíveis e proteger a renda das famílias. O governo também afirmou que fiscalizará o repasse dos benefícios aos consumidores.
Como a medida foi anunciada próxima ao 2º turno, ela passa a ser discutida também sob o ângulo político. Medidas econômicas de efeito imediato em período eleitoral costumam gerar questionamentos sobre oportunidade e transparência, e o debate tende a se concentrar no custo fiscal e na duração temporária do benefício.
Perguntas frequentes
Por quanto tempo valem as medidas sobre a gasolina?
As medidas têm duração de 30 dias, segundo o anúncio do governo. Após esse prazo, a desoneração integral da gasolina pode ser mantida, alterada ou encerrada, conforme decisão futura do governo.
O que significa a desoneração de R$ 0,89 por litro?
Significa que o valor de tributos federais incidente sobre cada litro de gasolina sobe para R$ 0,89 no período. A reportagem de origem não informa o impacto final no preço nas bombas, que depende de outros fatores de mercado.
Quem vai pagar a conta da medida?
O governo afirma que a conta será compensada com receitas extraordinárias do petróleo, sem flexibilizar as metas fiscais. Caso essas receitas não se confirmem, o custo previsto de R$ 5,2 bilhões pode pressionar o orçamento federal.
O governo vai acompanhar se o benefício chega ao consumidor?
Sim, segundo o próprio governo, haverá fiscalização do repasse dos benefícios aos consumidores. O acompanhamento serve para verificar se a redução de custos aparece no preço final.
Acompanhe os números oficiais publicados pelo governo e compare os valores de cada medida antes de tirar conclusões sobre o impacto no seu bolso e no debate fiscal do período.
Fonte: poder360.com.br
Foto: reprodução da fonte
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir da reportagem original indicada em Fonte.








