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Ataques russos na Ucrânia: 15 mortos e cortes de energia
Ataques russos na Ucrânia: 15 mortos e cortes de energia
Ataques russos na Ucrânia deixam 15 mortos em Zaporizhzhia, e Kiev registra cortes de eletricidade. Veja a escalada e a reação internacional.
Ataques russos na Ucrânia deixam 15 mortos em Zaporizhzhia, e Kiev registra cortes de eletricidade. Veja a escalada e a reação internacional.

Os ataques russos na Ucrânia deixaram pelo menos 15 mortos neste sábado (10), entre eles três crianças, em bombardeios contra a cidade de Zaporizhzhia, no sul do país. Ao mesmo tempo, a capital Kiev registrou cortes de eletricidade em larga escala. O episódio reacende o debate internacional sobre a escalada do conflito e sobre as sanções a Moscou.
Como os ataques russos atingiram Zaporizhzhia
A polícia informou que a Rússia direcionou cinco bombas contra bairros residenciais de Zaporizhzhia, cidade que fica a dezenas de quilômetros da linha de frente. Duas delas atingiram prédios residenciais.
O voluntário Daniil Pishkin chegou com a equipe de resgate a um dos locais atingidos. Ele disse ter visto pessoas sob os escombros, entre elas uma mulher, o marido e uma criança. Duas pessoas foram resgatadas, mas, segundo ele, “infelizmente uma menina pequena morreu”.
Um casal de vizinhos, amigos de 75 anos, também morreu. De acordo com o relato do voluntário, eles não sobreviveram ao trajeto até o hospital. O caso mostra como a população civil segue exposta aos bombardeios em áreas urbanas.
Cortes de eletricidade e ataques na capital
Segundo a DTEK, principal empresa privada de energia da Ucrânia, Kiev registrou “cortes de eletricidade em larga escala” em consequência dos ataques russos. Jornalistas ouviram explosões sobre a capital durante o dia.
O prefeito Vitali Klitschko afirmou que um restaurante foi atingido por um dos ataques. Esse quadro amplia a preocupação com a segurança de quem vive longe da linha de frente, já que a ofensiva alcança grandes centros urbanos.
Acordo sobre diesel e a reação internacional
Nos últimos meses, a Rússia intensificou os ataques contra o território ucraniano, com um número crescente de vítimas civis. Kiev também reforçou ações de represália contra alvos em território russo. Enquanto isso, a diplomacia sob mediação dos Estados Unidos não produziu resultados concretos. O conflito, iniciado com a invasão russa de fevereiro de 2022, está próximo de completar cinco anos.
Na sexta-feira (9), o presidente americano Donald Trump e o líder russo Vladimir Putin conversaram por telefone. Depois da conversa, Trump anunciou um acordo para que Moscou forneça diesel aos mercados americano e mundial. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que a Rússia fornecerá imediatamente mais de 300.000 toneladas, e outras 500.000 toneladas em novembro.
O anúncio ocorre em um momento sensível nos Estados Unidos, onde há queixas sobre o aumento dos preços dos combustíveis. A reportagem associa essa alta à guerra de Israel e dos Estados Unidos contra o Irã e às perturbações no Estreito de Ormuz.
As posições divergem de forma clara:
- Washington: anunciou o fornecimento de diesel diante da pressão sobre os preços dos combustíveis.
- Kiev: o presidente Volodimir Zelensky chamou o acordo de “indigno” e vinculou a medida aos bombardeios.
- União Europeia: a chefe da diplomacia, Kaja Kallas, afirmou que suspender as sanções ao diesel russo vai impulsionar a guerra do Kremlin.
A Alemanha informou que continua trabalhando com a União Europeia para impor “novas sanções” contra Moscou. Segundo a reportagem, a suspensão implica um alívio das sanções contra a Rússia.
Negociações de paz e as demandas territoriais
Segundo o Kremlin, citado pelas agências de notícias russas, o governo americano apresentou propostas para uma “desescalada” na Ucrânia. O porta-voz Dmitri Peskov afirmou que Putin “se mostrou receptivo” a algumas delas, sem detalhar o conteúdo.
No mesmo dia, o negociador Steve Witkoff manteve em Miami conversas que qualificou de “construtivas” com representantes ucranianos. Segundo ele, os temas incluíram energia, exportação de grãos e garantias de segurança. Também participaram o genro de Trump, Jared Kushner, e funcionários do Conselho de Segurança Nacional e do Departamento do Tesouro.
As tentativas de Washington esbarram nas demandas territoriais de Moscou, sobretudo na insistência em controlar toda a região do Donbass, no leste ucraniano, que inclui áreas ainda sob controle de Kiev. Zelensky se recusa a entregar território.
Perguntas frequentes
Quantas pessoas morreram nos ataques russos na Ucrânia neste sábado?
Pelo menos 15 pessoas morreram, incluindo três crianças, segundo a polícia. Os bombardeios atingiram bairros residenciais de Zaporizhzhia, no sul do país.
Por que Kiev registrou cortes de eletricidade?
A DTEK, principal empresa privada de energia da Ucrânia, informou cortes em larga escala em consequência dos ataques russos. Jornalistas também ouviram explosões na capital durante o dia.
O acordo de diesel altera as sanções contra a Rússia?
A reportagem indica que a medida implica um alívio das sanções. Já a Alemanha e a União Europeia afirmam que seguem trabalhando por novas sanções contra Moscou.
Há avanço nas negociações de paz?
Até o momento, a mediação dos Estados Unidos não produziu resultados concretos. Houve propostas de desescalada, mas as demandas territoriais da Rússia seguem como principal obstáculo.
Acompanhe os próximos desdobramentos da guerra na Ucrânia e compartilhe este texto com quem quer entender a escalada no sul do país.
Fonte: jovempan.com.br
Foto: reprodução da fonte
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir da reportagem original indicada em Fonte.








