Política e Governança
Áudio de Vorcaro sobre reação de auxiliar da PGR
Áudio de Vorcaro sobre reação de auxiliar da PGR
Um novo áudio de Vorcaro cita a reação de um auxiliar da PGR à proposta de delação. PGR e Polícia Federal afirmam que não há provas que sustentem as alegações.
Um novo áudio de Vorcaro cita a reação de um auxiliar da PGR à proposta de delação. PGR e Polícia Federal afirmam que não há provas que sustentem as alegações.

O áudio de Vorcaro trata da suposta reação de Ubiratan, auxiliar do procurador-geral Paulo Gonet, à proposta de delação do investigado no caso do Banco Master. Segundo a PGR e a Polícia Federal, não há provas que sustentem as alegações, e a publicação que divulgou o conteúdo passará a ser apurada após uma notícia-crime.
O que o novo áudio revela sobre a proposta de delação
Na gravação, Daniel Vorcaro afirma que Ubiratan teria reagido de forma negativa quando a proposta foi levada à PGR pela primeira vez. Segundo o banqueiro, o auxiliar teria dito que não havia nada consistente no material apresentado.
O investigado também relata que os órgãos usavam como argumento o fato de o repasse ter sido feito em dinheiro vivo, o que dificultaria a comprovação. Termo usado para descrever pagamentos em espécie, sem rastro bancário, o dinheiro vivo é justamente o ponto que, segundo a reportagem, fragilizou a análise.
Na mesma gravação, Vorcaro cita Paulo Okamotto, presidente do Instituto Lula, que teria recebido financiamento do banqueiro, assim como um filme sobre o ex-presidente dirigido por Oliver Stone. A reportagem da revista Veja também menciona um repasse de R$ 30 milhões, apresentado como contrapartida para que membros do PT ajudassem o Banco Master a atuar em fundos de pensão de empresas públicas.
Essas são declarações do próprio investigado e ainda não foram comprovadas. Elas devem ser lidas como alegações, e não como fatos estabelecidos.
Quem é o auxiliar citado e qual a versão da defesa
O nome citado no áudio é o de Ubiratan, que atua como auxiliar do procurador-geral Paulo Gonet. A reportagem não detalha outras funções dele, e a PGR não atribuiu a ele qualquer irregularidade no material divulgado.
A defesa de Vorcaro, segundo a revista, afirma ter outras evidências sobre o caso. Entre os elementos citados estão:
- mensagens de WhatsApp;
- registros das pessoas que retiraram o dinheiro;
- a relação de lugares e rotas usadas por operadores nas entregas.
Mesmo com essa alegação, a revista registra que a história não avançou na PGR. Isso mostra que a existência de um argumento não equivale, por si só, à existência de provas aceitas pelas instâncias competentes.
Consequências institucionais para PGR e Polícia Federal
A Polícia Federal divulgou nota afirmando que Vorcaro não prestou depoimento com o teor relatado na reportagem e não entregou anexos, documentos ou informações que sustentassem o conteúdo publicado. A corporação também disse que as propostas de colaboração premiada não foram acolhidas por não atenderem aos requisitos legais.
Com a notícia-crime recebida pela PF, a própria publicação passa a ser alvo de apuração. Para o Estado de Direito, isso significa verificar se houve falha na checagem de informações antes de uma eventual responsabilização.
Do ponto de vista institucional, o caso cobra da PGR e da PF respostas claras sobre o trâmite da proposta e sobre os critérios usados para rejeitá-la. Criticar a gestão pública é legítimo quando o foco são atos e decisões, e a transparência é o melhor caminho para preservar a confiança nas instituições.
Perguntas frequentes
O áudio de Vorcaro comprova alguma irregularidade?
Não. O conteúdo são declarações do investigado, que ainda não foram comprovadas. A PGR e a Polícia Federal afirmam que não havia provas suficientes para sustentar as alegações apresentadas.
Por que a proposta de delação não avançou?
Segundo a Polícia Federal, as propostas não foram acolhidas por não atenderem aos requisitos legais. A reportagem também indica que a PGR considerou insuficiente a comprovação de um repasse feito em dinheiro vivo.
Quem é Ubiratan no caso?
Ubiratan é apontado no áudio como auxiliar do procurador-geral Paulo Gonet. Ele é citado por Vorcaro, e não há, até o momento, acusação formal contra ele no texto de origem.
O que acontece agora com a publicação?
A Polícia Federal informou que recebeu uma notícia-crime com pedido de providências urgentes sobre a reportagem. A apuração vai verificar os fatos relacionados à publicação.
Acompanhe as próximas atualizações sobre o caso e compare sempre as declarações divulgadas com as versões oficiais das instituições envolvidas.
Fonte: brasilparalelo.com.br
Foto: reprodução da fonte
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir da reportagem original indicada em Fonte.








