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Estreito de Ormuz: Rubio diz que Irã perdeu controle
Estreito de Ormuz: Rubio diz que Irã perdeu controle
Marco Rubio afirma que o Irã perdeu o controle do Estreito de Ormuz, e Teerã contesta. Veja os dois lados da disputa.
Marco Rubio afirma que o Irã perdeu o controle do Estreito de Ormuz, e Teerã contesta. Veja os dois lados da disputa.

O Estreito de Ormuz voltou ao centro da disputa entre Estados Unidos e Irã depois que o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que Teerã perdeu o controle da passagem. Segundo ele, o fluxo de petróleo já se aproxima dos níveis anteriores ao início da guerra entre os dois países.
O que Rubio afirmou sobre o Estreito de Ormuz
A declaração foi feita em uma entrevista coletiva em Atenas, na Grécia, nesta quarta-feira, 7. Rubio disse: “Há quase tanto petróleo fluindo agora quanto havia antes do início deste conflito”.
Para o secretário, o volume de exportações mostra que o governo iraniano não controla mais a rota estratégica. Ele destacou que a passagem marítima está aberta.
Rubio também lembrou a importância da região para o mercado global. Segundo ele, cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito comercializados no mundo passavam pelo local antes da guerra.
Qual é a versão do Irã?
A posição de Washington não coincide com a de Teerã. Um assessor do comandante da Guarda Revolucionária, Mohammad Reza Naghdi, afirmou que o estreito continua fechado e que as forças do país mantêm o controle da passagem.
Segundo essa versão, a situação só deve mudar quando as exigências de Teerã forem atendidas. O regime iraniano também condiciona a reabertura do estreito ao cumprimento de condições apresentadas aos Estados Unidos.
Por que o Estreito de Ormuz é estratégico?
A passagem liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e concentra parte relevante do transporte marítimo de petróleo. Por isso, qualquer alteração na navegação costuma repercutir nos mercados de energia.
- Liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã.
- Concentra parcela relevante do comércio mundial de petróleo.
- Recebe petroleiros, navios de gás e outras embarcações comerciais.
- Depende de respeito à navegação e de acordos entre as partes envolvidas.
Incidentes e sanções no centro da disputa
A divergência ocorre enquanto ataques e incidentes envolvendo navios comerciais continuam na região. Segundo apuração de agência internacional, houve pelo menos 12 episódios com petroleiros, navios de gás e outras embarcações entre 28 de setembro e 5 de outubro.
O período registrou o maior número semanal de incidentes desde o início da guerra. Esse dado reforça a tensão em torno da rota.
Rubio também afirmou que as sanções norte-americanas levaram a economia iraniana a uma forte deterioração. Na visão dele, qualquer acordo com Teerã deve impedir que o país obtenha uma arma nuclear, condição que, segundo ele, fará parte de qualquer entendimento considerado aceitável por Washington.
Perguntas frequentes
O Irã ainda controla o Estreito de Ormuz?
Não há consenso entre as partes. Rubio afirma que Teerã perdeu o controle, enquanto um assessor da Guarda Revolucionária diz que as forças iranianas seguem na região. A divergência permanece sem solução pública.
Qual é a importância do Estreito de Ormuz para o petróleo?
A passagem liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e concentra parcela relevante do comércio mundial de petróleo. Segundo Rubio, antes da guerra cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo passavam por ali.
Por que as sanções dos EUA entram na discussão?
Rubio afirma que as sanções levaram a economia iraniana a uma situação de forte deterioração. Ele também defende que qualquer acordo impeça o Irã de obter uma arma nuclear.
O que pode mudar a situação no estreito?
Segundo o governo iraniano, a reabertura depende do cumprimento de suas exigências. Até lá, a disputa deve seguir no centro das negociações entre Washington e Teerã.
Continue acompanhando esta cobertura para entender os próximos desdobramentos da crise no Oriente Médio e as posições de cada lado.
Fonte: Revista Oeste
Foto: Jonathan Drake/Reuters (reprodução)
Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir da reportagem original indicada em Fonte.








