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Recorde do Ibovespa e queda do dólar após 1º turno
Recorde do Ibovespa e queda do dólar após 1º turno
Ibovespa bate recorde com alta de 7,70% e dólar cai para R$ 5,00 após a vantagem de Flávio Bolsonaro no primeiro turno.
Ibovespa bate recorde com alta de 7,70% e dólar cai para R$ 5,00 após a vantagem de Flávio Bolsonaro no primeiro turno.

O recorde do Ibovespa nesta segunda-feira (5) veio com alta de 7,70%, aos 206.911,89 pontos, em máxima nominal e real. O movimento seguiu a vantagem de Flávio Bolsonaro sobre o presidente Lula no primeiro turno, e o dólar caiu para R$ 5,00.
O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, reúne o desempenho de algumas das principais empresas negociadas na B3. Já a máxima nominal considera os valores sem descontar a inflação, enquanto a máxima real leva em conta o efeito da inflação.
Recorde do Ibovespa no primeiro turno
Perto das 15h15, o índice chegou a subir 9,05%, aos 209.508 pontos. Foi a primeira vez que o Ibovespa superou a marca dos 200 mil pontos. O pico anterior havia sido registrado em 14 de abril de 2026, com fechamento em 198.657,33 pontos.
Além do recorde, o índice teve a maior alta diária desde 24 de março de 2020, quando havia subido 9,69%. O giro financeiro também chamou atenção, ao alcançar R$ 79 bilhões em ações do Ibovespa, um dos maiores volumes da história.
Os principais números do pregão ajudam a dimensionar o movimento:
- Fechamento com alta de 7,70%, aos 206.911,89 pontos;
- Alta de 9,05% no meio da tarde, aos 209.508 pontos;
- Giro financeiro de R$ 79 bilhões;
- Alta acumulada de 28,4% no ano.
Por que o dólar caiu para R$ 5
O dólar à vista chegou a cair para R$ 4,95 pela manhã, no auge da reação ao resultado do primeiro turno. Ao longo da tarde, porém, a moeda reduziu parte das perdas e encerrou a sessão a R$ 5,00, ainda com queda superior a 4%.
Outras divisas latino-americanas também ganharam terreno, com destaque para ganhos de quase 2% do peso colombiano e do peso chileno. Ainda assim, o real teve, com folga, o melhor desempenho entre as moedas mais líquidas.
No primeiro turno, realizado no domingo (4), Flávio Bolsonaro (PL) obteve 47,03% dos votos, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) somou 45,16%. A disputa segue para o segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro.
Expectativa fiscal e cenário eleitoral
A reação dos mercados está ligada ao cenário eleitoral e à expectativa fiscal. Esse é um movimento de reação imediata, e não deve ser lido como recomendação de investimento.
Segundo a cobertura, os números do Congresso mostraram consolidação do PL. Isso pode indicar um alinhamento para a aprovação de pautas desenhadas pelo Executivo. Trata-se, porém, de uma leitura sobre um cenário futuro, ainda sujeito ao resultado de outubro.
Para o contribuinte, o ponto central é a previsibilidade. Mudanças na política tributária e nos gastos públicos afetam preços, crédito e decisões de consumo. Por isso, acompanhar as propostas de quem vencer a eleição ajuda a entender os próximos passos.
Perguntas frequentes
O que foi o recorde do Ibovespa nesta segunda-feira?
O Ibovespa fechou em alta de 7,70%, aos 206.911,89 pontos, em nova máxima nominal e real. Foi a primeira vez que o índice superou os 200 mil pontos.
Por que o dólar caiu para R$ 5?
A queda acompanhou a repercussão da vantagem de Flávio Bolsonaro no primeiro turno. O dólar à vista chegou a R$ 4,95 pela manhã e fechou a R$ 5,00, com baixa superior a 4%.
Quando será o segundo turno?
A nova votação está marcada para 25 de outubro, último domingo do mês. Até lá, o cenário político e econômico pode mudar.
Esse movimento indica tendência para a bolsa?
Não necessariamente. Uma alta forte em um único dia reflete a reação a um resultado eleitoral e não garante desempenho futuro. Este texto é informativo e não traz recomendação de investimento.
Continue acompanhando as próximas etapas da eleição e seus reflexos na economia para entender como as decisões políticas podem afetar o seu bolso.
Fonte: jovempan.com.br
Foto: reprodução da fonte










